Neste artigo pretendo transmitir minha experiência pessoal, do contato que tive com a riqueza de uma das culturas ancestrais destas terras da “América”, e refletir desde a “Visão Transgeracional” das Constelações Sistêmicas, sobre um fenômeno tão complexo.

O artigo não pretende ter um teor político, não vou aqui descrever a infinidade de ações culturais, educacionais e políticas que poderiam ser feitas para incluir as culturas dos povos originários da América Latina.

Dia do índio, minha experiência e as Constelações Sistêmicas

No ano 1985, tive a riquíssima oportunidade de estar entre os aborígenes Mapuches, com os quais experienciei momentos muito significativos da minha trajetória pessoal e profissional.

Por ocasião das comemorações do “dia do índio”, aqui no Brasil celebrado em 19 de abril, revisitei essas memórias e passo a fazer uma reflexão.

Considero importante trazermos à luz o significado do resgate das raízes ancestrais indígenas e as consequências da exclusão desses povos para o momento atual.

Faço uma correlação com as Constelações Sistêmicas Fenomenológicas, sistematizadas por Bert Hellinger.

Psiquiatria tradicional e Etnopsiquiatría

Eu sou médico, formado na Argentina em 1981, fiz residência em Psiquiatria, no maior hospital Psiquiátrico da cidade de Buenos Aires, Hospital Jose T. Borda de 1982 até o final de 1984, que na época contava com 2.600 internos, aproximadamente.

Quando estava no último ano da residência, conheci o trabalho que estava se realizando no hospital público do extremo sul da província de Buenos Aires, numa localidade chamada Carmen de Patagones, na Patagônia Argentina.

O diretor desse hospital era Arturo Philip , pioneiro da etnopsiquiatría

Era um hospital psiquiátrico de “portas abertas”, ou seja, os pacientes podiam entrar e sair do hospital no momento que quisessem.

Eles não ficavam internados e reclusos sem qualquer contato com o mundo externo, como no modelo tradicional do hospital em que fiz a Residência.

Pensar nisso é revolucionário até para os dias de hoje, não é mesmo? Imagine para a década de 80.

Mas, essa não era a única característica inovadora. Nesse hospital tinham muitos pacientes que eram Mapuches ou descendentes de Mapuches.

Os Mapuches e a Machi

Que são os Mapuches?

São os habitantes dessas terras antes dos colonizadores chegarem.

MAPU, do araucano, que é a língua desses aborígenes, significa “terra”. CHE, significa “gente”. Então, traduzido do araucano, MAPUCHE significa “gente da terra”.

Uma boa parte dos internos desse hospital era descendente dos Mapuches e moravam na zona periférica da cidade, como se fossem favelas, para fazermos uma analogia.

As principais patologias que essas pessoas tinham eram: alcoolismo, depressões e psicoses.

Além de ser um hospital de portas abertas, eles tinham no corpo terapêutico, uma curandeira Mapuche, Machi

“Machi é o nome dado à pessoa que tem a função de autoridade religiosa, conselheira, curandeira e protetora do povo mapuche, sendo o cargo ocupado primordialmente por uma mulher Mapuche”. (fonte: Wikipédia)

A Machi era remunerada pela prefeitura e fazia parte da equipe, uma grande inovação, sem dúvida, para os padrões cartesianos da psiquiatria tradicional.

Os pacientes tinham os tratamentos convencionais, tais como tomar medicação, fazer psicoterapia etc., mas, também, tinham os rituais e procedimentos de cura dos Mapuches.

Esses “procedimentos” eram realizados pela Machi.  Ela falava na língua deles, era a ponte para compreender sua cultura, ninguém os entendia melhor do que ela.

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Machi Mapuche

Mudando de cidade e de Paradigma

Eu fiquei muito fascinado por essa proposta inovadora.

Um ano após conhecer o Dr. Philip, finalizada minha residência em Psiquiatria no Hospital tradicional, mudei de cidade e fui convidado a criar a Primeira Residência em Psiquiatria Antropológica.

Primeira não só da Argentina, como também inédita até então, no mundo científico.

No início de 1985, passei a trabalhar como chefe e instrutor de residentes de um tipo de formação de psiquiatras totalmente inovadora para o paradigma da época.

Trabalhávamos com psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais, arte terapeutas, profissionais de biodança, tínhamos até um pastor protestante na equipe, que era bem diversificada.

Estávamos realizando na prática o paradigma transdisciplinar.

Não trabalhávamos como ilhas isoladas, cada um fazendo o seu trabalho, mas como um continente, que criamos juntos, todos trabalhávamos efetivamente em equipe.

A Machi fazia rituais com os pacientes mapuches, levando – os para o deserto, junto com outros do povo deles – pois, nesse momento, ainda havia reservas Mapuches na região.

Esses rituais eram sagrados, com a terra.

Ela os levava a ouvir o que a terra tinha para falar sobre a raiz deles, pois a proposta era a seguinte:

Quando uma árvore ou uma planta adoecem, suas raízes e todo o resto caem, não é mesmo?

Quando, na cultura, você tira as raízes culturais, a pessoa fica sujeita a qualquer tipo de doença, inclusive a doença mental.

Então, a proposta era justamente a de resgatar a força dos Mapuches, através do reconhecimento de suas raízes ancestrais.

Muitos anos antes disso, lá em 1878 e até o 1885, houve uma campanha chamada Conquista do deserto feita pelo exército argentino.

Essa conquista exterminou a maior parte da população Mapuche. O que sobrou desse povo foi muito pouco.

Apenas alguns descendentes, que ficaram a margem da sociedade, alguns poucos em reservas e outros habitando na periferia de algumas cidades da patagônia, submetidos a subempregos e moradias precárias, excluídos da vida social.

O preço pago pela exclusão e o extermínio desse povo foi alto, dentre tantos outros, podemos citar as doenças físicas e mentais.

Curar: O resgate das raízes de uma cultura

Com todo esse trabalho pioneiro no hospital psiquiátrico de Carmen de Patagones, o que conseguimos? Resgatar a força dessas pessoas com doenças emocionais e mentais.

Chegamos a ter um caso de uma pessoa que tinha problemas com depressão e alcoolismo, que num lapso de dois anos chegou a ser o cacique do seu povo.

De “enfermo”, a líder de sua comunidade.

Isso só foi possível, pois, foi resgatada a sua força, seu poder pessoal e a sua identidade.

A reconexão com seus antepassados, aqui está a questão. Esse cacique foi empoderado, ao sanar suas raízes.

Vivência de ritos

Além de tomar a medicação e ter o acompanhamento psiquiátrico, psicológico e social, a curandeira (Machi) trabalhava as questões culturais daquele povo.

Ela os conduzia a olhar para sua história, reverenciando sua origem, indo às raízes e sanando suas feridas.

A Machi reconhecia nossos procedimentos e rituais médico-psicológicos e nós reconhecíamos os dela, em uma convivência de mútuo respeito pela diversidade cultural.

O hospital psiquiátrico que incluía os excluídos

Esse hospital andava totalmente na contramão dos modelos tradicionais, que eram mais depósitos de doentes do que promotores de cura.

Lá no hospital de Carmen de Patagones, passamos a incluir os excluídos, mas não o incluímos ao nosso sistema, e sim ao sistema deles. Fizemos com que voltassem a pertencer ao sistema de seu próprio povo. Fazendo, assim, um resgate cultural.

Daí o nome plenamente justificado de Psiquiatria Antropológica, ou etnopsiquiatría, cujo principal objetivo era o resgate da história daquele povo, como meio de curar os traumas causados em suas raízes.

Ngillatún: um ritual sagrado

Com isso, o povo Mapuche ficou muito agradecido pelo trabalho que nós fazíamos.

Uma vez por ano eles realizavam o ritual mais importante, muito grande, o qual envolvia várias comunidades Mapuches de diferentes regiões da patagônia.

Esse ritual sagrado chamado Ngillatún, tinha como objetivo o agradecimento à terra pelo que ela havia lhes dado durante o ano.

A terra é reconhecida como um ser vivo para a cosmologia Mapuche e recebe a gratidão da “gente da Terra”, através dessa homenagem.

Todos os anos eles reconheciam esse trabalho que estávamos fazendo com seu povo, nos convidando a participar desse seu ritual sagrado.

No epicentro desse ritual anual, eles escolhiam um homem branco (Huinca, segundo sua língua) para participar.

Esse homem cumpria a função de (Piuichen), que significa: “o sentinela, ou aquele que irá captar a mensagem dessa vez”.

Eles andavam pelo deserto, com sacolas contendo o produto das suas colheitas, alimentos e remédios que a terra tinha lhes dado, e devolvendo à terra uma parte simbólica das suas colheitas, enquanto caminhavam e agradeciam com cânticos e orações.

No centro do grande grupo de indígenas, havia um “piuichen huinca”,(sentinela branco) e do outro lado um piuichen mapuche” e todos os participantes andando juntos pelo deserto.

Nesse ano de 1985 o “piuichen huinca” fui eu.

A força da terra honrando os ancestrais

Em um dado momento dessa cerimônia no deserto da patagônia, eu estava olhando para um rio (O Rio Colorado) e havia doze Machis atrás de mim, batendo em minhas costas e cantando em araucano mapuche, um canto profundo, em contato com a terra, algo que estremeceu até os meus ossos de tão forte e visceral que foi.

Era a força da terra falando, se apresentando através daquele canto. É algo impossível de descrever com palavras e transmitir tudo aquilo que aconteceu.

“Naquelas terras estavam os Mapuches, presentes. Eu senti sua presença, precisamente naquelas terras haviam sido exterminados milhares de Mapuches”.

Há estudos antropológicos que descrevem esse estado como uma “crise transcultural”. Enquanto a psicologia transpessoal o caracteriza como uma vivência de expansão de consciência.

Poderia me referir a esta vivência como a entrada numa outra realidade, outra dimensão de consciência, sendo impossível traduzir por palavras esse acontecimento.

É algo sagrado, falar disso seria apequenar seu real significado.

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O que eu posso dizer é que tive o privilégio de “penetrar”, ainda que por um momento, no epicentro da riqueza cultural de um povo.

Povo que tem raízes na terra viva, na cultura dos Mapuches (gente da terra).

Por outro lado, hoje, como professor de constelações sistêmicas e à luz da visão transgeracional das mesmasposso dizer que eu estava atuando como “representante” daqueles que invadiram e usurparam as terras dos povos originários.

Minha fala interna no momento era: “Sinto muito pelo que meus antepassados fizeram aos seus” (…) “Sinto muito, de verdade”.

Um divisor de águas em minha vida

Esse ritual foi um divisor de águas em minha vida. Tanto que é possível separar a vida em antes e depois do “Ngillatún”.

A partir daí eu me abri à psicologia transpessoal, as técnicas corporais, a bioenergética, a psicologia humanista, a visão sistêmica.

Passei, então, a buscar novos paradigmas, a ponto de já não poder trabalhar com psicanálise ou ser um psiquiatra convencional.

O que eu vi e percebi nesse momento foi uma dimensão do cosmos, do universo, da terra e do ser humano, que a ciência convencional não tem como explicar até hoje.

E desde então eu sou um pesquisador de novos paradigmas da ciência.

Por isso, trabalho com constelações sistêmicas, estudo a nova física e pesquiso tudo aquilo que tem a ver com buscar novos tipos de percepção da realidade.

O reconhecimento do trabalho realizado

Interessante dizer que na época nos apresentamos em vários Congressos de Psiquiatria, para mostrar o resultado de nosso trabalho.

A pessoa que iniciava a exposição, sempre era a Machi, ela se levantava e cantava na sua língua, estremecendo a todos com seu canto.

Em 1986, no Encontro Nacional de Psiquiatria, nosso trabalho no Hospital psiquiátrico recebeu o Prêmio de Melhor Trabalho Institucional do país.

Nguillatún: Uma Constelação Social

“Quando eu senti aquelas Machis atrás de mim veio uma força, uma conexão com a terra, algo que nós perdemos, não estamos em conexão com essas forças da natureza e das nossas raízes culturais”.

É por essa falta de contato com elas, que andamos enquanto sociedade, vazios de sentido.

Buscando no consumo compulsivo, na indústria do divertimento, nas drogas licitas ou ilícitas, estressados, nesta sociedade líquida,  buscamos algo sem saber o que é.

Muito embora naquela época não existissem as constelações sistêmicas como conhecemos hoje, podemos dizer que houve ali, naquele belíssimo ritual, o reconhecimento dos ancestrais, tal como fazemos atualmente nas constelações.

Então, sem saber, posso dizer hoje que o Nguillatún ao qual participei, foi uma constelação.

Eu estava fazendo parte de uma constelação, de uma constelação social.

Dinâmicas que podem estar por trás de conflitos pessoais ou familiares

Na minha experiência como constelador em diferentes culturas, tenho observado que em muitas situações que se apresentam como conflitos pessoais ou de família, o que está por trás é a exclusão dos habitantes da terra, do seu habitat.

Tenho aberto constelações em que seu ponto de partida ou motivo de consulta tem sido mulheres que não conseguem engravidar, problemas de herança e perda de terra de famílias, pessoas que perdem posses por gerações, casos de suicídios, pessoas do sistema familiar que não conseguem fazer prosperar seus empreendimentos, dentre outras.

Quando se abre “O campo” das constelações podemos observar a origem das mais variadas questões trazidas justamente a usurpação de terras dos seus verdadeiros donos, os aborígenes.

Indígena e Povo

Uma vez que a ideia aqui nesse artigo é propor uma reflexão e repararmos erros históricos, cabe uma breve explicação sobre a diferença entre as palavras índio e indígena, bem como do significado de tribo e povo, feita por Daniel Munduruku, escritor indígena, a saber:

O escritor faz um alerta quanto a diferença de significados entre as palavras índio e indígena:

“Mesmo os dicionários têm alguma dificuldade em definir com precisão o que seria o termo índio.

Quando muito, dizem que é como foram chamados os primeiros habitantes do Brasil. Isso, no entanto, não é uma definição, é um apelido, e apelido que se dá para quem parece ser diferente de nós […].

Por este caminho, veremos que não há conceitos relativos ao termo, apenas preconceito: selvagem, atrasado, preguiçoso, canibal, estorvo, bugre são alguns deles.”

Por outro lado, o termo indígena significa “original do lugar”, “nativo”. “Pode-se notar, assim, que é muito mais interessante reportar-se a alguém que vem de um povo ancestral pelo termo indígena do que índio”, conclui.

No mesmo espírito crítico, faz a diferenciação entre tribo e povo:

 “A palavra tribo está inserida na compreensão de que somos pequenos grupos incapazes de viver sem a intervenção do estado.

Ser tribo é estar sob o domínio de um senhor ao qual se deve reverenciar. Observem que essa é a lógica colonial, a lógica do poder, a lógica da dominação.” Dessa forma, o indicado é substituir a palavra por “povo”.

A romantização sobre o “dia do índio”

Existe uma visão romantizada sobre o que vem a ser o dia do índio e tudo aquilo que envolve essa data comemorativa.

Aliás, se analisarmos a história das colonizações, no Brasil e em toda a América Latina, veremos que não há motivos para celebrarmos.

Comemorar o que? O extermínio? O massacre? O estupro das mulheres indígenas? A usurpação de suas terras e cultura?

Comemorar a colonização?

Uma vez que, até os dias de hoje os indígenas em todo o mundo lutam por seus direitos básicos, seja por terra, saúde, educação e cultura, ou pelo seu sustento.

Precisamos voltar o olhar para eles de uma maneira sistêmica, reconhecendo que houve uma exclusão.

Colocarmos uma pena na cabeça das nossas crianças e fantasia-las de índio, fazermos desenhos ou prepararmos comidas típicas, são atitudes românticas que não reparam o desequilíbrio a que foram submetidos.

A ignorância das ordens do amor na nossa brasilidade

As ordens do amor, como o direito ao pertencimento, o respeito à hierarquia e precedência, assim como o equilíbrio entre dar e tomar, foram completamente ignoradas pela “civilização”.

Com as exclusões havidas não só com os indígenas, mas, também, com os negros escravizados e com outros setores da população atual.

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Há um alto preço a ser pago quando essas leis são desrespeitadas. O exemplo disso é a atual situação do país.

Se não voltarmos à origem do “descobrimento” do Brasil, fazendo as devidas inclusões dos indígenas e negros, através de sinceras e verdadeiras reparações, não será possível estabelecermos uma nova ordem, um novo campo morfogenético na nossa brasilidade.

Nossa Homenagem: Exercício

Quem tiver vontade nesse momento e puder invocar essa ancestralidade, sugiro que faça um pequeno exercício, de alguns minutos.

Respire profundamente, utilizando bastante o diafragma e dilatando a parede abdominal, por pelo menos, umas 3 vezes.

Relaxe lenta e completamente todo o corpo, em cada exalação um pouco mais.

Em estado de relaxamento e com a mente mais calma, invoque os ancestrais dessa terra, e com o coração aberto fale:

“eu sinto muito”, sentindo e reverenciando a eles.

Reconhecendo que eles nos precederam. E falando para você e para eles, “vocês fazem parte”, “vocês fazem parte”.

Diga: “sinto muito pelo o que a gente fez, agora eu consigo reconhecer, pois, até então eu não via, não enxergava, agora que eu vejo, reconheço que vocês fazem parte”.

“Reconheço vocês como nossos irmãos mais velhos, aqueles que nos precederam”.

Essa é uma homenagem mais orgânica, mais viva. É começar a incluir o que a cultura excluiu, é reconhecer a ancestralidade que nos precedeu, é devolver (ao menos simbolicamente) a dignidade que foi tomada e usurpada.

Esses minutos, esse exercício, são mais significativos do que se possa imaginar.

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Bert e Sophie Hellinger homenageando ao povo indígena


Nada que se possa falar a respeito
Tem o condão de traduz ir a essência,
importância e grandeza desses povos indígenas.
Exterminados, tiveram suas forças suprimidas e raízes cortadas
Tal como árvores sem caule,
Tronco sem raiz
Perderam sua força matriz
Mas a terra, soberana e sábia, encontra uma solução para a reparação:
a constelação, honrando e reconhecendo nossos irmãos,
como verdadeiros donos dessas terras.
Reconhecer a precedência….
Sentir, muito mais que falar.
Reconhecer, respeitar e honrar.
São ordens do amor
Fundamentais
Em singela reverência
Reconhecemos a precedência
Dizemos: “sinto muito pelo que fizeram meus antepassados aos seus.
“Não sabia que isso lhes traria tanta agonia,
agora que sei, peço, de coração,
aceite meu pedido de reparação”

Ana Paixão, em raízes.

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